Terça-feira, Dezembro 08, 2009

Os Estados Unidos estão no topo da lista dos países que mais emitem gases nocivos ao meio ambiente.

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

MANUAL PARA EVITAR AS ARMADILHAS DE CONSUMO NAS FESTAS DE FIM DE ANO



1. Achar tempo e espaço livre de consumismo para construir tradições de família

Um bom jeito de combater o consumismo durante as festas de final de ano é criar atividades que realmente expressem o espírito, a cultura e o significado social da época. Encontre tempo para ler para as crianças contos de sua tradição cultural, prepare comidas típicas da época, envolva seus filhos efetivamente mais em dar do que em receber. Quando desviamos o foco e a energia da família do consumismo das festas, podemos criar tradições familiares que se tornam momentos inesquecíveis e ansiosamente aguardados todos os anos.

Ex: Quando minha filha tinha dois anos, decidimos nos reunir para ir ao mercado e comprar ingredientes para uma ceia festiva que seria entregue a uma cozinha comunitária local. Divertimo-nos muito escolhendo os alimentos, e a experiência concreta de adquirir uma ceia para uma família sem posses, nos levou a conversar sobre fome, pobreza, e como devemos ser
gratos pelo que temos. Isto foi se aprofundando e ficando mais complexo à medida que minha filha crescia.

2. Colocar a necessidade do outro acima de nossas vontades

Um modo de lutar contra o consumismo excessivo e sentir o verdadeiro espírito das festas é fazer com que a troca de presentes mude de foco, isto é, deve refletir menos a satisfação de desejos pessoais, e estar mais voltada para o preenchimento das necessidades dos outros. Procure uma família com menos recursos do que você e dê a eles presentes de que precisam.
Ex: Há mais de dez anos nossa família vem atuando como família “postiça” de duas outras famílias que moram próximo de nossa casa. Uma das famílias é sustentada pela avó, que cria seus netos, e a outra é sustenta por uma mãe chefe de família. Nossa filha orienta a neta mais velha da primeira família, e nosso filho vem orientando o único filho da segunda. Durante o ano todo, especialmente durante as Festas, nos propomos a identificar as carências de nossas
“famílias” e fazer o possível para atendê-las. Nós e nossos filhos ficamos com menos do que gostaríamos, mas isto permite que nossas famílias “postiças” tenham mais daquilo de que realmente precisam. E assim, ficamos muito satisfeitos.

3. Compre verde, compre justo, compre local e compre menos

Todos sabem que o consumismo corporativo das festas de fim de ano transformou esse tempo precioso em um momento de prazeres materiais, de comprar e comprar. Para resgatarmos esse momento, em pleno inverno podemos “comprar verde (produtos que não contribuem para o desgaste do meio ambiente), comprar (de comércio) justo, comprar perto de casa e, acima de tudo, comprar menos”.

4. Boas festas sem TV

Parece que à medida que se aproximam as Festas de final de ano, o tempo nunca é suficiente. Na correria entre reuniões especiais, cozinhar, fazer as comprar, pacotes, viajar ou arrumar tudo para receber a família e amigos, as exigências impostas pela época podem ser enormes. Um jeito de controlar o caos e achar mais tempo é desligando sua TV. No começo você encontra meia horinha aqui e ali, que você nem sabia que existia: meia hora depois do jantar para escrever alguns cartões de boas festas, quinze minutos para ler seu conto favorito para seus filhos, até mesmo dez minutinhos para preparar um chocolate quente, relaxar e ler antes de dormir, ou mesmo conversar com seu companheiro.

5. Presentes que realmente demonstrem afeto

Gosto de dar a meus netos presentes que não se compram em lojas e que mostram como me importo com eles e com seus interesses. Eis alguns dos presentes que dei a eles ao longo dos anos: Quando meu neto Jackson tinha dois anos, fiz para ele um livro. Organizei algumas fotos suas, que mostravam o que mais gostava de fazer: fotos dele brincando com uma bola maior do que ele, subindo e descendo os degraus da escada, e no escorregador do parquinho. Escrevi sob cada foto uma legenda que descrevia como ele adorava fazer o que a foto mostrava.

Para meu neto Miles, que aos três adorava brincar com massinha, preparei massinha seguindo uma receita caseira que lhe dei de presente, juntamente com uma caixa de “ferramentas” – faquinhas de plástico, um espremedor de alho e moldes de madeira para decorar a massinha.

No último Natal, minha neta Isabella de dezoito meses, andava fascinada por bolsas e seus conteúdos, particularmente as carteiras. Por isso, dei a ela uma bolsa bem grande, onde coloquei um pente, um bloco de notas, um porta moedas com moedas grandes, um celular velho, e uma carteira com cartões de crédito vencidos que ela adora separar e empilhar.
Essas são apenas algumas das dicas do

"Manual para boas festas sem consumismo",

para lê-lo na íntegra clique aqui.

CONSUMISMO INFANTIL, UM PROBLEMA DE TODOS


Ninguém nasce consumista. O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou umas das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder aquisitivo. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconseqüente. As crianças, ainda em pleno desenvolvimento e, portanto, mais vulneráveis que os adultos, não ficam fora dessa lógica e infelizmente sofrem cada vez mais cedo com as graves conseqüências relacionadas aos excessos do consumismo: obesidade infantil, erotização precoce, consumo precoce de tabaco e álcool, estresse familiar, banalização da agressividade e violência, entre outras.

Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral. De pais e educadores a agentes do mercado global, todos voltam os olhares para a infância − os primeiros preocupados com o futuro das crianças, já os últimos fazem crer que estão preocupados apenas com a ganância de seus negócios.

Para o mercado, antes de tudo, a criança é um consumidor em formação e uma poderosa influência nos processos de escolha de produtos ou serviços. As crianças brasileiras influenciam 80% das decisões de compra de uma família (TNS/InterScience, outubro de 2003). Carros, roupas, alimentos, eletrodomésticos, quase tudo dentro de casa tem por trás o palpite de uma criança, salvo decisões relacionadas a planos de seguro, combustível e produtos de limpeza.

A publicidade na TV é a principal ferramenta do mercado para a persuasão do público infantil, que cada vez mais cedo é chamado a participar do universo adulto quando é diretamente exposto às complexidades das relações de consumo sem que esteja efetivamente pronto para isso. As crianças são um alvo importante, não apenas porque escolhem o que seus pais compram e são tratadas como consumidores mirins, mas também porque impactadas desde muito jovens tendem a ser mais fiéis a marcas e ao próprio hábito consumista que lhes é praticamente imposto. Nada, no meio publicitário, é deliberado sem um estudo detalhado.

Em 2006, os investimentos publicitários destinados à categoria de produtos infantis foram de R$ 209.700.000,00 (IBOPE Monitor, 2005x2006, categorias infantis). No entanto, a publicidade não se dirige às crianças apenas para vender produtos infantis. Elas são assediadas pelo mercado como eficientes promotoras de vendas de produtos direcionados também aos adultos.

Em março de 2007, o IBOPE Mídia divulgou os dados de investimento publicitário no Brasil. Segundo o levantamento, esse mercado movimentou cerca de R$ 39 bilhões em 2006. A televisão permanece a principal mídia utilizada pela publicidade. Ao cruzar essa informação com o fato da criança brasileira passar em média quatro horas 50 minutos e 11 segundos por dia assistindo à programação televisiva (Painel Nacional de Televisores, IBOPE 2007) é possível imaginar o impacto da publicidade na infância.

No entanto, apesar de toda essa força, a publicidade veiculada na televisão é apenas um dos fatores que contribuem para o consumismo infantil. A TNS, instituto de pesquisa que atua em mais de 70 países, divulgou dados em setembro de 2007 que evidenciaram outros fatores que influenciam as crianças brasileiras nas práticas de consumo. Elas sentem-se mais atraídas por produtos e serviços que sejam associados a personagens famosos, brindes, jogos e embalagens chamativas. A opinião dos amigos também foi identificada como uma forte influência.
Não é por acaso que o consumismo está relacionado à idéia de devorar, destruir e extinguir. Se agora, tragédias naturais, como queimadas, furacões, inundações gigantescas, enchentes e períodos prolongados de seca, são muito mais comuns e freqüentes, foi porque a exploração irresponsável do meio ambiente prevaleceu ao longo de décadas.

Concentrar todos os esforços no consumo é contribuir, dia após dia, para o desequilíbrio global. O consumismo infantil, portanto, é um problema que não está ligado apenas à educação escolar e doméstica. Embora a questão seja tratada quase sempre como algo relacionado à esfera familiar, crianças que aprendem a consumir de forma inconseqüente e desenvolvem critérios e valores distorcidos são de fato um problema de ordem ética, econômica e social.

O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, combate qualquer tipo de comunicação mercadológica dirigida às crianças por entender que os danos causados pela lógica insustentável do consumo irracional podem ser minorados e evitados, se efetivamente a infância for preservada em sua essência como o tempo indispensável e fundamental para a formação da cidadania. Indivíduos conscientes e responsáveis são a base de uma sociedade mais justa e fraterna, que tenha a qualidade de vida não apenas como um conceito a ser perseguido, mas uma prática a ser vivida.





Fonte: Instituto Alana

DIGA NÃO À PUBLICIDADE INFANTIL



O tema da publicidade voltada a crianças e adolescentes está sendo alvo de muitas discussões na Câmara Federal. O projeto do deputado Luis Carlos Hauly 5.921/01 que proíbe a publicidade dirigida a crianças até doze anos em qualquer horário ou por qualquer suporte ou mídia foi aprovado pela Comissão de Defesa do Consumidor em julho, depois de sete anos de tramitação.

“O projeto significa um avanço e vai trazer benefícios à sociedade”, afirma a advogada Isabella Henriques, coordenadora do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana que promove debates em torno do consumo voltado para a criança e o adolescente.

Isabella esclareceu que há três projetos em tramitação na Câmara Federal sobre o tema da publicidade voltada à criança: do deputado Luis Carlos Hauly (projeto original), da deputada Maria do Carmo Lara (que foi relatora na Comissão de Defesa do Consumidor e introduziu um substitutivo ampliando o alcance do projeto original) e o projeto do deputado Adriano Osório que, segundo a advogada “não muda em nada a atual legislação”.

Quase 5 horas diárias diante da TV
Para as organizações da sociedade civil que apóiam o controle da publicidade voltada ao público infantil, o substitutivo da deputada Maria do Carmo Lara representa uma legislação ideal. Proíbe qualquer tipo de publicidade e de comunicação mercadológica dirigida à criança, em qualquer horário e por meio de qualquer suporte ou mídia, seja de produtos ou serviços relacionados à infância ou relacionados ao público adolescente e adulto. Ou seja, a publicidade de qualquer produto ou serviço deve sempre ser dirigida ao público adulto.

Além de proibir a publicidade para crianças, o substitutivo também veda a comunicação mercadológica dirigida ao público infanto-juvenil, como anúncios impressos, comerciais televisivos, spots de rádio, banners, sites na internet, embalagens, promoções, merchandising e disposição dos produtos nos pontos de vendas. Define como publicidade voltada à criança aquela que se utiliza de linguagem infantil, efeitos especiais e excesso de cores, trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança, pessoas, celebridades ou personagens com apelo ao público infantil, desenho animado, bonecos ou similares e promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis. Também fica proibida a participação de elenco infantil em qualquer tipo de publicidade ou comunicação mercadológica, à exceção das campanhas de utilidade pública referentes a informações sobre boa alimentação, segurança, educação, saúde e demais temas relativos ao melhor desenvolvimento da criança.

A deputada Maria do Carmo lança a seguinte reflexão: “É mais importante incentivar a produção, as vendas e o consumo ou cuidar da formação integral de nossos jovens para que construam uma sociedade melhor do que esta em que vivemos?”.

Segundo uma pesquisa do Ibope do ano passado, a criança brasileira é uma das que mais assiste TV no mundo. Permanecendo em média 4 horas e 50 minutos por dia em frente à televisão. Outra pesquisa de 2003 revelou que as crianças influenciam nas compras dos familiares adultos da casa em até 80% dos casos.

“Na classe mais favorecida, as mensagens comerciais, os valores que elas passam é de que é preciso ter para ser. Os comerciais transmitem a mensagem de que é preciso ter isto ou aquilo para ser feliz”. Adverte a advogada: “os pais não devem dar tudo, devem orientar as crianças. Muitos pais não agüentam a pressão e estão passando do limite do suportável com a publicidade voltada ao consumo, que, por sua vez, cria novas necessidades e novos produtos. Os pais devem esclarecer a seus filhos que não é preciso ter para ser incluído em um grupo. Satisfazer todos os desejos da criança não traz benefícios, porque ela sempre vai querer mais e mais, já que sempre haverá um novo lançamento no mercado”,

Já aquelas crianças da periferia que não têm condições de usufruir daquele produto ou serviço são as mais bombardeadas pelas mensagens. “São elas que mais assistem televisão, por terem menos alternativas de lazer”, considera a advogada, lembrando que um segmento da classe pobre hoje está ascendendo socialmente. “A criança não está preparada para os apelos comerciais que têm como único intuito fomentar as vendas; a criança não tem condições de pensar criticamente. Porque nela diariamente são implantados desejos de consumo que são erroneamente relacionados à felicidade, à oportunidade de fazer amigos, de ser alguém, o que acaba causando sérios problemas psicológicos, já que ela vai crescer com valores materialistas excessivos, e pode vir a desenvolver obesidade, gerando problemas de saúde, como diabetes (15% das crianças brasileiras são obesas).

Além disso, os comerciais trazendo consigo a erotização precoce e valores estéticos que podem levar à bulimia e anorexia, em função da imposição dos padrões de beleza das modelos.

Então o que se quer é uma mudança de paradigma: que as mensagens sejam voltadas ao público adulto, aos pais e não às crianças.

O projeto inócuo
Entretanto, não dá para comemorar, pois o projeto do deputado Hauly foi alterado na Comissão de Desenvolvimento Econômico Indústria e Comércio que o tornou praticamente inócuo, por meio do projeto do deputado Osório Adriano (DEM-DF). Para o deputado, a proposta original de Hauly acabou-se revelando “um remédio radical”. A proposta de Adriano se afasta totalmente da concepção do projeto original, reduzindo o tema a dois parágrafos, condenando o anúncio que: "Aproveite-se da deficiência de julgamento e experiência da criança" e "que seja capaz de induzir a criança a desrespeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família”, desfigurando todo projeto que proibia a publicidade voltada às crianças

O projeto de Adriano Osório teve o apoio das ABERT-Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Tevê. O CONAR- Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária- também considera que a legislação atual já prevê punições aos excessos. O CONAR instaurou no ano passado cerca de 300 processos para apurar propagandas com conteúdos “abusivos” e cerca de 50 anúncios foram impedidos de serem veiculados pelo órgão.

Mas, para o deputado Hauly "há comerciais que se transformam em verdadeira coação ou chantagem para a compra dos bens anunciados. Em alguns países, é proibido que a publicidade se dirija a crianças. Em outros, existem restrições importantes. Já no Brasil, há um liberalismo total”.

Uma pesquisa realizada em março deste ano apurou que grandes multinacionais não aplicam no Brasil os compromissos éticos de limitação de publicidade dirigida à criança que assumiram em países em desenvolvimento. Os resultados indicaram que o país necessita de uma legislação que leve as empresas a mudarem suas práticas.


Murillo Medina



Fontes: Instituto Alana, IDEC,Agência Câmara, sites Abert, Conar

Domingo, Novembro 22, 2009

COMPOSTOS DO CIGARRO II E SUAS RESPECTIVAS "UTILIDADES"


Acetona: removedor de esmalte
Terebintina: sustância que dilui tinta a óleo
Formol: conservante de cadáver
Amônia: desinfetante para pisos, azulejos e privadas
Naftalina: eficiente mata-baratas
Fósforo p4/p6: usado em veneno para ratos

COMPOSTOS DO CIGARRO


The Shocking Ingredients in Cigarettes


If you think cigarettes are simply dried tobacco leaves rolled in paper, you’re about 597 ingredients off. The tobacco industry has become master mixologists with the additives. Some ingredients are added for flavor, but research has shown that the key purpose of using additives is to improve tobacco’s potency resulting in increased addictiveness–and the additives they choose to use are dreadful.

I remember hearing something about “the list” back in the 1990s when tobacco companies first started being taken to task for their dastardly ways, but seeing the list again now that I’m educated about chemistry and health, I am absolutely staggered. It’s amazing this isn’t in the news everyday! It’s bad enough that many of these ingredients are approved for use in food–but that they haven’t been tested for burning? When burnt, the whole mess results in over 4,000 chemicals, including over 40 known carcinogenic compounds and 400 other toxins. These include nicotine, tar, and carbon monoxide, as well as formaldehyde, ammonia, hydrogen cyanide, arsenic, and DDT.

You know it’s bad when the Phillip Morris website has this posted on their homepage: Nearly 5,000 chemicals have been identified in tobacco smoke to date. Public health authorities have classified between 45 and 70 of those chemicals, including carcinogens, irritants and other toxins, as potentially causing the harmful effects of tobacco use.

According to Dr. and Mrs. Quit, also known as Lowell Kleinman, M.D., and Deborah Messina-Kleinman, M.P.H., from the Quit Smoking Center, cigarette flavors have gone through many changes since cigarettes were first made. Initially, cigarettes were unfiltered, allowing the full “flavor” of the tar to come through. As thttp://www.pmintl-technical-product-information.com/pages/home/default.aspxhe public became concerned about the health effects of smoking, filters were added. While this helped alleviate the public’s fears, the result was a cigarette that tasted too bitter. (And filters do not remove enough tar to make cigarettes less dangerous. They are just a marketing ploy to trick you into thinking you are smoking a safer cigarette.)

The solution to the bitter-tasting cigarette was easy–have some chemists add taste-improving chemicals to the tobacco. But heck, once they got rolling they figured out they could really maximize the whole addiction part, what a hook. They found that a chemical similar to rocket fuel helps keep the tip of the cigarette burning at an extremely hot temperature, which allows the nicotine in tobacco to turn into a vapor so your lungs can absorb it more easily. Or how about ammonia? Adding ammonia to cigarettes allows nicotine in its vapor form to be absorbed through the lungs more quickly. This, in turn, means your brain can get a higher dose of nicotine with each inhalation. Now that’s efficiency.

For a start, here’s the who’s who of the most toxic ingredients used to make cigarettes tastier, and more quickly, effectively addictive:

Ammonia: Household cleaner.
Arsenic: Used in rat poisons.
Benzene: Used in making dyes, synthetic rubber.
Butane: Gas; used in lighter fluid.
Carbon monoxide: Poisonous gas.
Cadmium: Used in batteries.
Cyanide: Lethal poison.
DDT: A banned insecticide.
Ethyl Furoate: Causes liver damage in animals.
Lead: Poisonous in high doses.
Formaldehyde: Used to preserve dead specimens.
Methoprene: Insecticide.
Maltitol: Sweetener for diabetics.
Napthalene: Ingredient in mothballs.
Methyl isocyanate: Its accidental release killed 2000 people in Bhopal, India, in 1984.
Polonium: Cancer-causing radioactive element.


By Melissa Breyer, Senior Editor, Healthy & Green Living


Sources:
http://www.care2.com/greenliving/
http://www.care2.com/greenliving/the-shocking-ingredients-in-cigarettes.html
http://www.pmintl-technical-product-information.com/pages/home/default.aspx
http://www.drquit.com/index.html

Sábado, Novembro 21, 2009

O leitor brasileiro lê, em média, um livro por ano.


Um levantamento feito com 5.012 pessoas, em 311 municípios de todos os estados do país, em 2007, indica que o brasileiro lê pouco.


- São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos.
- Os leitores que somam 95 milhões, lêem, em média, 1,3 livro por ano.
- Incluídas as obras didáticas e pedagógicas, o número sobe para 4,7 ainda assim baixo.
- Nos Estados Unidos, a população lê, em média, 11 livros por ano.
- Já os franceses lêem sete livros por ano.
- Enquanto os colombianos lêem, em média, 2,4 livros por ano.


Os dados são da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), que integram o Instituto Pró-Livro.


O levantamento considera como não leitores aqueles que declararam não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, ainda que tenham lido ocasionalmente ou em outros meses do ano.

Entre os leitores:

- 41% disseram que gostam muito de ler no tempo livre;
- 13% admitiram que não gostam de ler.

Também entre os 95 milhões de leitores brasileiros:

- 75% disseram que sentem prazer ao ler um livro
- 22% sustentaram que lêem apenas por obrigação.


Com as estatísticas nas mãos, Fabiano dos Santos, o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, diz que há dois caminhos a percorrer para fazer do Brasil um país de leitores: ampliar o acesso ao livro e investir na formação de leitores.


A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil sugere que a maior influência para a formação do hábito da leitura vem dos pais e que o hábito de ler é consolidado na escola. Quanto maior o nível de escolaridade, maior o tempo dedicado à leitura.


Contudo, até mesmo entre os universitários, o hábito da leitura não é comum, inclusive nos cursos em que o contato com a escrita é fundamental. "Normalmente a universidade não oferece um bom acervo. Moramos em um país em que os livros são caros e de difícil acesso", disse.
Maioria dos que ganham até um salário mínimo não compra livros.


Se o brasileiro não tem o hábito da leitura, a indústria editorial tem a sua parcela de responsabilidade, já que apesar da desoneração do setor, o livro ainda é bastante caro no Brasil, custando, em média, R$ 25.


A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil indica que:
- 36,3 milhões de brasileiros compraram pelo menos um livro em 2007.

- O número representa cerca de 21% do total de entrevistados considerados leitores.
- 71% dos entrevistados com renda familiar de até um salário mínimo declararam que não compram livros.
- para quem ganha entre 1 e 2 salários mínimos, o índice cai para 57%.


A pesquisa conclui que a principal de forma acesso ao livro para as classes A, B e C é por meio da compra, enquanto os leitores das classes D e E recorrem aos amigos ou parentes para tomar emprestada uma obra.

Fontes:

- Câmara Brasileira de Livros
- Sindicato Nacional de Editores de Livros


Segunda-feira, Novembro 02, 2009

RAZÕES PARA A GUERRA: A VERDADEIRA FACE DA GLOBALIZAÇÃO.

FILME NÃO-ACÉFALO: "RAZÕES PARA A GUERRA"


Faz parte daquele raro e restrito grupo de filmes que me fazem pensar:

1) "Por que eu nunca ouvi falar desse filme?";

2) "Como é que um filme desse não foi tão divulgado quanto todas as outras porcarias que nos são enfiadas guela abaixo?";

3) A exibição desse filme deveria ser obrigatória em todas as escolas.

Razões para a guerra
Direção: Eugene Jarecki
Ano:2005
Gênero:Documentário
Duração:99 min.
Título Original:Why We Fight
Site oficial: www.whywefight.com

Sinopse:
Este documentário mostra como os Estados Unidos se transformaram na maior força bélica do mundo. Com base em uma competente pesquisa histórica (1940 à 2003) que mapeia o sustentáculo da neurose americana em produzir armas, defender a sua soberania e policiar o resto do mundo em nome da “democracia e da liberdade”.

Descubra mais sobre esse filme aqui.

=>Se você consegue ler e compreender textos em inglês: vale à pena acessar e baixar o "Study Guide" do filme. São 72 páginas repletas de informações preciosas que permitem um melhor entendimento sobre os fatos históricos narrados no filme.

Fontes:
http://whywefight.com
http://melhoresfilmes.com.br/filmes/por-que-lutamos
http://axasteoque.blogspot.com/2008/11/porque-lutamos-de-eugene-jarecki.html

Sábado, Outubro 31, 2009

FILME NÃO-ACÉFALO: "CAMELOS TAMBÉM CHORAM".


Porque sempre vale à pena abrir os olhos para uma nova realidade, um novo estilo de vida, um novo, ou simplesmente desconhecido, modelo de interação entre pessoas e animais.

Direção: Byambasuren Davaa e Luigi Falorni
Duração:
87 min
Gênero: Documentário
Ano:2006

Para saber mais sobre este filme, clique aqui: AQUI e ALI

Domingo, Outubro 25, 2009

[Para você, admirável Estamira]

ESTAMIRA

Está mira,
está menina,
está mulher,
Estamira

É o trovão em carne e osso,
é o trauma,
é a traição,
é o estupro,
é o desgosto

de um coração partido,
de um corpo invadido,
de um ser submerso,

devoto de um deus cego,
que como um trocadilho ambulante,
não lhes deus comida no prato,
nem luxo na estante.

Estamira é uma louca
ao contrário,
é um cometa do pai, avô, marido e pedófilo astral;
é um astro par,
positivo e único-condicional.

Estamira é o reflexo
consciente, lúcido e ciente por um triz
de quem enxerga, ouve e sente
que não teve a sorte de ser feliz.

Nicole Louise

© 2009 Bliblioteca Nacional. Todos os Direitos Reservados


www.estamira.com.br

Quarta-feira, Outubro 21, 2009

AS BOAS MULHERES DO AFEGANISTÃO




"Algumas coisas horríveis são repetidas tantas vezes que nos deixam insensíveis. Bombas no Iraque e no Afeganistão, por exemplo. Uma bomba que causa a morte de dez pessoas no Afeganistão já virou "pé de página", dada a frequência desse atentado. Eu confesso que cheguei aqui um pouco anestesiada em relação à situação das mulheres no Afeganistão. A gente ouve falar tanto sobre a burca, e o problema das afegãs que não podem estudar, que acaba se acostumando.

Mas nada como um banho de realidade. Ir a abrigos de mulheres vítimas de violência foi uma experiência, digamos, iluminadora. Conversar com essas mulheres nos faz ver como somos privilegiadas - podemos trabalhar, estudar, podemos não trabalhar por opção própria, se acharmos melhor só cuidar dos filhos, e podemos até cobrir uma guerra - vi muitas fotógrafas de guerra e algumas jornalistas ocidentais aqui no Afeganistão.

Antes de tudo, podemos ir na delegacia de mulheres ou simplesmente pedir o divórcio se o marido nos espancar regularmente. Isso parece óbvio, mas no Afeganistão, não é.

A situação da mulher afegã é muito mais horrível do que nós imaginamos. As meninas crescem achando que a violência é um direito natural do homem, e a subserviência, uma qualidade da mulher.

Cerca de 80% das mulheres afegãs são submetidas a casamentos forçados – e 57% casam antes de completar 16 anos, a idade mínima determinada por lei.

Uma pesquisa da entidade Women and Children Legal Research mostra que 17,2% dos casamentos forçados são motivados pelo Baad, uma tradição tribal que é ilegal. Para compensar famílias por algum dano, as jirgas, os tribunais dos líderes tribais dos vilarejos, determinam que o causador do dano dê sua filha à família do lesado como pagamento, ou Baad.Por exemplo, se um irmão ou pai comete um assassinato, a jirga se reúne e pode determinar que a irmã ou filha do assassino seja dada à família do assassinado.


Em outros 16,6% dos casos de casamento forçado, a filha é dada como pagamento de dívidas. Muitas vezes o pai é viciado em ópio, e dá a filha para pagar dívida de drogas. Outros 30,3% dos casamentos forçados são Shughar, ou troca de noivas – as famílias fazem intercâmbio de suas filhas. Isso é comum porque os maridos sempre precisam pagar para “comprar” uma noiva – no Norte, chega a ser US$ 5 mil.No Shughar, não há dinheiro envolvido, por isso muitas famílias preferem.

De acordo com o mesmo estudo, “Violência contra mulheres No Afeganistão”, de 2008, 58% das mulheres em casamentos forçados são espancadas pelos marido ou sofrem algum tipo de violência. Dessas, 12,5% contam já ter tido algum membro fraturado e 6,6% ficaram com deficiência física permanente.

Grande parte das mulheres é analfabeta e casa-se ainda na infância. Segundo a pesquisa, 38,2% das noivas têm entre 11 e 15 anos e 46,9% têm entre 16 e 20 anos. De acordo com a legislação afegã, só mulheres com mais de 16 anos e homens com mais de 18 podem se casar.

Na maioria das famílias, as mulheres precisam da autorização dos maridos para desempenharem qualquer tipo de atividade. Por isso, sem poder ter um emprego ou sair de casa, a maioria fica isolada e acaba não denunciando agressões dos maridos.

Divórcio não é uma opção. Em 2006, o último ano com dados disponíveis, houve 158 divórcios no país inteiro. As mulheres precisam da aprovação dos homens para se divorciar (o inverso não se aplica). E para isso, eles costumam exigir a guarda dos filhos e algum pagamento em dinheiro.

Em um país devastado por 30 anos de guerra, está é a situação de cerca de 11,5 milhões de mulheres - metade da população do país - que são invisíveis e não têm direitos."


Patrícia Campos Mello

(Correspondente do Estadão em Washington)

http://blog.estadao.com.br/blog/patricia/?title=as_boas_mulheres_do_afeganistao&more=1&c=1&tb=1&pb=1http://www.deolhonamidia.org.br/Noticias/mostraNoticia.asp?tID=386http://img.estadao.com.br/fotos/C4/83/43/C483432A3EE94658B2D1BD957A1C4DA9.jpg

http://4.bp.blogspot.com/_ecQlHN2kZRA/SR9NqtTUWTI/AAAAAAAACHA/kUm1NRvIaag/s400/refugee+women+4.jpg

Sábado, Outubro 17, 2009

APRENDA A SE PROTEGER DA AMEAÇA DE ESTUPRO

Recebi um email que contém a seguinte informação: a polícia civil do Rio de Janeiro entrevistou centenas de estupradores e divulgou uma lista de coisas que eles procuram em uma vítima potencial e de outros aspectos sobre o estupro. Se é verdade: não sei. Mas acredito que muitas dessas informações valem à pena ser lidas, para que nós, mulheres, possamos nos proteger cada vez mais e melhor.

1) Em geral, os estupradores procuram por vítimas com penteados: rabos de cavalo, tranças ou cabelos longos, para que eles possam puxá-las para perto e mantê-las presas pelos cabelos;
2) Roupas fáceis de serem tiradas: vestidos, saias, blusas de alça, etc...
3) Adolescentes e jovens distraídas. Que andam olhando para baixo, ou falando ao celular;
4) O horário que eles escolhem para os estupros gira em torno de 03:00 e 08:30 da manhã;
5) Os locais favoritos são: estacionamentos de prédios comerciais e banheiros públicos;
6) A maioria dos estupradores prefere não usar armas, mas sim a força (tapas, socos, chutes), durante os estupros porque sabem que a pena para estupros sem armas é de 3 a 5 anos, e estupros à mão armada pode chegar até a 20 anos;
7) Os estupradores evitam atacar mulheres que estejam carregando guarda-chuva ou qualquer outro objeto pontiagudo;
8) Escolhem locais que permitam levar a vítima para um segundo lugar com facilidade. Ex: corredores, becos, ruas escuras, estacionamentos e praças desertas, de onde levam à vítima para carros, banheiros, ou terrenos baldios.
9) Geralmente desistem de mulheres que gritam muito alto e lutam muito logo quando são atacadas; lembre-se: eles estão à procura de alvos fáceis, para que nada dê errado, e para que possam fugir com facilidade, logo em seguida;
10) Caso você seja atacada grite “FOGO, FOGO, alguém me ajude!". Assim você chamará a atenção de várias pessoas que tentarão lhe ajudar. Caso você grite “SOCORRO, SOCORRO” infelizmente, algumas pessoas poderão não ajudá-la rapidamente por medo do que quer que esteja acontecendo com você.

Domingo, Outubro 11, 2009

ALIMENTAÇÃO: UM DIREITO DE TODOS

Dia Mundial da Alimentação

“Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência fora de seu controle.” [Artigo XXV / DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS]

Estatísticas da Fome:

Há 800 milhões de pessoas desnutridas no mundo,1 bilhão de pessoas passando fome, 30 mil crianças morrem de fome a cada dia, 15 milhões a cada ano, um terço das crianças dos países em desenvolvimento apresentam atraso no crescimento físico e intelectual, 1,3 bilhão de pessoas no mundo não dispõe de água potável, 40% das mulheres dos países em desenvolvimento são anêmicas e encontram-se abaixo do peso. Uma pessoa a cada sete padece fome no mundo.

a cada dia 275 mil pessoas começam a passar fome ao redor do mundo, o Brasil é o 9º país com o maior numero de pessoas com fome, tem 15 milhões de crianças desnutridas. 45% das crianças Brasileiras, menores de 5 anos sofrem de anemia crônica.

O Brasil é o quinto país do mundo em extensão territorial, ocupando metade da área do continente sul-americano. Há cerca de 20 anos, aumentaram o fornecimento de energia elétrica e o número de estradas pavimentadas, além de um enorme crescimento industrial. Nada disso, entretanto, serviu para combater a pobreza, a má nutrição e as doenças endêmicas.Em 1987, no Brasil, quase 40% da população (50 milhões de pessoas) vivia em extrema pobreza. Nos dias de hoje, um terço da população ainda é mal nutrido, 9% das crianças morrem antes de completar um ano de vida e 37% do total são trabalhadores rurais sem terras.

Enquanto o consumo diário médio de calorias no mundo desenvolvido é de 3.315 calorias por habitante, no restante do globo o consume médio é de 2.180 calorias diárias por habitante. Metade dos habitantes da Terra ingere uma quantidade de alimentos inferior às suas necessidades básicas. Cerca de um terço da população do mundo ingere 65% dos alimentos produzidos. A quarta edição do Inquérito Mundial sobre Agricultura e Alimentação, patrocinado pela ONU em 1974, concluiu: "Em termos mundiais, a quantidade de alimentos disponíveis é suficiente para proporcionar a todo mundo uma dieta adequada."

O aumento dos preços dos alimentos fez o número de famintos no mundo crescer 40 milhões para 963 milhões de pessoas em 2008, ante o ano passado, de acordo com dados preliminares divulgados hoje pela Organização das Nações Unidas (ONU) para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês). A entidade advertiu que a crise econômica mundial pode levar ainda mais pessoas a essa condição. Levando em conta dados do US Census Bureau, departamento de estatísticas do governo norte-americano, que contam a população mundial em 6,7 bilhões de pessoas, o número de famintos representa 14,3% do total.

...em 2007 no Planeta havia 860 milhões de famintos; em janeiro de 2009 cento nove milhões mais. A metade da população africana subsahariana, por citar um exemplo dessa África crucificada, mal vive na extrema pobreza. A ladainha de violência e desgraças provocadas é interminável. No Congo há 30.000 meninos soldados dispostos a matar e a morrer a troco de comida; 17% da floresta amazônica foram destruídos em cinco anos, entre 2000 e 2005; o gasto da América Latina e do Caribe em defesa cresceu um 91%, entre 2003 e 2008; uma dezena de empresas multinacionais controla o mercado de semente em todo o mundo. Os Objetivos do Milênio se evaporaram na retórica e em suas reuniões elitistas os países mais ricos dizem covardemente que não podem fazer mais para reverter o quadro.

“Quase cem mil mortes diárias no planeta se devem à fome. Dentre elas, 30 mil são de crianças com menos de cinco anos. Mais do que três torres gêmeas por dia que se desmoronam em silêncio, sem que ninguém chore ou construa monumentos”, declarou à swissinfo Carlos Alberto Libânio Christo, mais conhecido como Frei Betto.

Essas são algumas das Estatísticas da fome que o mundo se acostumou a acompanhar de tempos em tempos. Todavia a fome segue matando de maneira endêmica em muitas regiões do globo.



Por Marcio Demari
PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !

Segunda-feira, Outubro 05, 2009

Você vai pensar duas vezes antes de comer MAIS um BIG MAC

Resenha: aqui

Trailer: aqui


Título original:Fast Food Nation (Nação Fast Food)
Gênero:Drama
Duração:01 hs 54 min
Ano de lançamento:2006
Site oficial:http://www.fastfoodnation-movie.com/
Direção: Richard Linklater

Domingo, Setembro 20, 2009

1.500 receitas naturais



Da série: "Desculpas esfarrapadas para continuar comendo porcaria" (parte II)

Desculpa mais votada: "Hoje em dia é quase impossível parar de comer comida industrializada".

Resposta: um arquivo online com cerca de 1.500 receitas NATURAIS.

1.500 minha gente, 1.500!

É só clicar aqui e escolher!



fonte:
http://www.livrodereceitas.com/vegetarianas/index.html

Quinta-feira, Setembro 17, 2009


Da série: "Como a comida industrializada é feita"
=>QUEIJO

Quinta-feira, Setembro 03, 2009


Da série: "Como a comida industrializada é feita" =>SALSICHA

As tradicionais salsichas de cachorro-quente são feitas com uma mistura de carne de porco, carne de boi e carne de galinha.

Os restos de carnes que sobraram na linha de produção de bifes de boi ou de porco são acumulados e colocados em uma enorme máquina de moer, de onde saem já misturados e moídos, e caem em bandejas de metal que são alinhadas em uma esteira. Restos de frango, sal, amido e “outros sabores” (artificiais) são adicionados à carne moída. Estes ingredientes variam de acordo com o local onde as salsichas serão vendidas, já que pessoas de diferentes regiões possuem diferentes paladares e preferências.

Em seguida, litros de água, e diversas soluções de sabor adocicado são adicionadas e misturadas a todos os ingredientes anteriores.

Uma outra máquina transforma toda essa mistura em uma espécie de purê que, por sua vez, preenche as longas cápsulas de celulose que garantem o formato da salsicha, ao qual estamos acostumados.

Em 35 segundos as máquinas de preenchimento enchem e alinham umas às outras um número de salsichas que seria o suficiente para dar duas voltas em um campo de futebol.

Os fios de salsichas seguem para um chuveiro que os banha com uma solução que lhes garante cor (é aqui que entra o corante) e em seguida são levados a um forno, onde as cápsulas são cozidas e o líquido com o qual foram banhadas se espalha por todo a mistura existente na cápsula.

Depois de cozidas, as salsichas são enxaguadas com água fria que contém sal, a fim de esfriá-las, para que finalmente possam ser descascadas (retiradas das cápsulas), separadas e embaladas.
A fábrica em que o vídeo acima foi filmado produz cerca de 300.000 salsichas por HORA. Uma média de 2,5 milhões de salsichas por expediente.

Quarta-feira, Setembro 02, 2009


Da série: "Como a comida industrializada é feita" => BACON


O bacon é feito de carne de porco, mais precisamente da barriga do porco, que, nas fábricas onde o bacon é produzido, passa de uma máquina para outra numa linha de produção que parece não ter fim.
Primeiro, a barriga inteira é torrada em um container giratório, que faz com que a carne comece a desgrudar da pele.
De lá as barrigas de porco, seguem alinhadas em uma esteira que as leva até uma lâmina que elimina separa completamente a carne da pele.
A pele vai para um lado e a carne para outro.
A pele será processada até virar um tira-gosto, enquanto a carne segue para um cadeirão, onde ficará de molho para que se impregne de sal, de aroma, e de sabor.
O “sabor” é obtido através da adição de uma mistura (elementos químicos,artificiais e conservantes) na qual a carne ficará mergulhada por algum tempo.
Em seguida as barrigas de porco são encaminhadas para uma outra máquina que contém dezenas de agulhas que perfuram e injetam a carne com a já citada mistura de ingredientes que garantem o “sabor”.
Depois as barrigas são espetadas e penduradas em uma espécie de cabide de metal e enxaguádas com uma outra mistura acrescida de corantes que lhes garante o “gosto de churrasco” e o tom (cor) avermelhada.
O próximo passo é colocar as barrigas em um forno gigantesco, com temperatura baixa, por cerca de 5 horas, para que a carne seja cozida e o sabor se espalhe por toda a carne. Passadas as 5 horas, as barrigas de porco seguem para um freezer (choque térmico) e depois para uma geladeira, onde permanecerão por alguns dias.
A refrigeração da carne garante um aspecto mais firme e facilita o próximo passo na linha de produção: o processo de fatiar a carne, que começa com a padronização do tamanho das barrigas de porco, passa pela verificação de possíveis pedaços de metal (pedaços dos cabides de metal) presentes na carne, até chegar às máquinas que cortam as barrigas em diversas fatias de bacon.
As fatias caem em uma esteira que as leva para um forno, onde serão assadas e então levadas para a esteira de inspeção, onde funcionários da fábrica descartam os pedaços defeituosos, e encaminham os que estão aptos a serem consumidos para a esteira de contagem e embalagem.

Dá série: "Desculpas esfarrapadas para continuar comendo porcaria".


Este post é dedicado a todos os

PESSIMISTAS e conformistas que apesar de todos os sacolões, varejões, feiras livres, açougues e peixarias espalhadas pelas ruas, e opções de comidas e bebidas orgânicas, sanduíches naturais, saladas e receitas sem ingredientes artificiais que podem ser encontradas em restaurantes de qualidade ou preparadas em casa, ainda se atrevem a afirmar que “a essa altura é impossível parar de comer comida industrializada”. Como se só fosse possível fazer compras em supermercados e comer em restaurantes que nos oferecem apenas frituras, ou pratos requentados no microondas e bebidas em caixas ou latas.

e

OTIMISTAS que desprezam o sinistro aumento do número de pessoas obesas, diabéticas, vítimas de ataques cardíacos, pressão alta e de variações de câncer (causadas por esteroídes, fertilizantes, pesticidas, corantes, conservantes, gordura saturada e excesso de açucar) e repetem o seguinte mantra para si mesmos e para os outros: “sei que a comida industrializada não é saudável, mas o gosto é bom!!!”.

Convido cada um de vocês a assistirem os vídeos da série “How it’s made” ("Como é feito"), que postarei ao longo desta semana, e que mostram como as principais atrações do cardápio industrial são feitas.

Se depois de assisti-los você ainda achar que é impossível parar de comer comida industrializada e que vale a pena continuar se alimentando de produtos que custam:

1) a vida e a morte de animais que são maltratados de todas as formas possíveis

2) a sua saúde

3) o olho da cara

só porque eles são práticos e “gostosos”, então, meu caro acéfalo, não há nada mais que eu possa escrever, informar, ou mostrar, que lhe fará mudar de idéia e adotar uma dieta mais balanceada, mais natural, mais saudável. Seguirei em paz com minhas verduras, frutas e peixes frescos e lhe deixarei seguir o destino que você mesmo escolheu.


Imagens:

Livro: Hungry Planet (Planeta faminto).

http://www.catalog.socialstudies.com/pdf/ZP384Psample.pdf

http://www.menzelphoto.com/books/hp.html

Segunda-feira, Agosto 31, 2009


Leitura NÃO-acéfala.

Você é... o que você come


"Ah, os refrigerantes, as batatas fritas, os hambúrgueres... Se eles não fossem tão gostosos, não teriam ganhado o planeta. Já as frutas, as verduras, os legumes... Bem, a verdade nua e crua (ou cozida, como queira) é que para alguns são alimentos difíceis de engolir.

A educação dos sentidos, no entanto, não é tão difícil como parece. Há uma máxima antiga segundo a qual "as doenças não afetam quem sabe o que comer, o que não comer, quando comer e como comer". Isso está ao seu alcance. A chave, aqui, é cultural. Gostar de vegetais implica educar o paladar – e antes dele, óbvio, o cérebro. Na verdade, trata-se de uma reeducação.

Foi comprovada a existência de um instinto natural de seleção da comida. Um estudo realizado nos Estados Unidos é particularmente interessante. Os pesquisadores entregaram a crianças de péssimos hábitos à mesa dez tipos de alimentos naturais. Ao longo de uma semana, privadas de sua dieta habitual, elas conseguiram combinar tais ingredientes de forma a construir uma dieta variada e saudável. Não se recusaram a comer nada, nem repetiram sempre o mesmo prato. A capacidade de adestrarmos nosso paladar de modo a extrair prazer de comidas antes intragáveis também ficou evidente graças ao inglês Jamie Oliver. Há três anos, ele realizou uma campanha para banir as porcarias dos lanches e refeições servidos às crianças nas escolas públicas inglesas. Oliver ajudou a promover mudanças drásticas nesse cardápio – a merenda "junkie" à base de nuggets e salsichas cedeu lugar a saladas, frutas e receitas italianas. Tudo isso acompanhado do desafio de agradar aos estudantes. Deu certo. Em poucas semanas, o paladar da moçada, "mascarado" pelo consumo abusivo de gorduras artificiais, ficou, como dizer, menos inglês.

Revista Veja

Edição 2058

Sexta-feira, Agosto 21, 2009

Indústria alimentícia: a maior indústria do mundo.

Se mesmo depois de ter lido os últimos posts, você ainda está um tanto quanto cético, e vive se perguntando "por que a comida industrializada, com sua riqueza de variedade e praticidade, é uma bomba atômica para o nosso organismo?", lembre-se que quem produz a comida que consumimos é uma indústria e não uma bela fazenda, com terra, sombra e água fresca, logo ali nos arredores da sua cidade.


A indústria alimentícia é o conjunto de atividades industriais em que se preparam, normalmente em quantidades que devem ser comercializadas, alimentos ou ingredientes para a preparação de alimentos.


Numa definição mais geral, considera-se parte da indústria de alimentos, também a sua comercialização, por exemplo através dos supermercados ou companhias de entrega de alimentos. Um dos poucos aspetos comuns a este conjunto de atividades é que, uma vez que mexem com produtos que podem ter um efeito direto na saúde, elas devem ser realizadas com a máxima higiene.


Tipos de indústrias alimentícias:

Embora não seja fácil encontrar uma classificação para as diferentes atividades industriais relacionadas com os alimentos, podem considerar-se:

1. As indústrias que preparam alimentos frescos, incluindo os abatedouros e as empresas que selecionam e embalam vegetais para venda a retalho;

2. As indústrias de conservas, que transformam alimentos frescos em produtos com maior tempo de prateleira;

3. As indústrias que fabricam produtos que servem para preparar alimentos, como a moagem ou o fabrico de sal de cozinha; e finalmente

4. As indústrias que fabricam alimentos prontos a consumir, incluindo os alimentos congelados que podem ser comidos depois de aquecidos, como as pizzas empacotadas, e as churrascarias, mas excluindo as conservas). *[1]

Indústria esta que não contente em ser apenas mais uma indústria, tratou de tornar-se a MAIOR indústria que existe neste mundo. Uma indústria gigantesca, que tem o refinado apelido de “agronegócios” e que movimenta cerca de 4 trilhões de dólares por ano* em transações que vão da venda de sementes para fazendeiros cultivarem, passando pela construção e manutenção de fábricas, até o transporte e venda do produto final nos supermercados.

Quer mais um exemplo do poder dessa indústria?

FATO:

Em 2008, no ciclo de campanhas políticas dos Estados Unidos, a indústria alimentícia “doou” cerca de 65 milhões de dólares para garantir a eleição de diversos candidatos.


OBSERVAÇÃO:

1) Campanha política NÃO É = à caridade.

2) 65 MILHÕES DE DÓLARES


CONCLUSÃO:

Seria no mínimo ingênuo acreditar que todo esse dinheiro foi “doado” à toa.

Já ouviu falar no “uma mão lava a outra”? Então, é bem isso aí.

As empresas do ramo alimentício, que patrocinam as campanhas políticas, sabem que certos “avanços” só são possíveis com o consentimento do governo, e que para continuar dominando o mundo é preciso fazer uma ponte e garantir um canal de comunicação com os grandes poderes nacionais e internacionais. Nesse sentido, uma doação generosa no período de campanha política prova-se uma arma poderosa para a conquista de facilidades e empurrãozinhos em forma de lei, ou vista grossa no que se refere à regulamentação e verificação da qualidade do processo de fabricação de produtos, ou engavetamento de pesquisas científicas que indicam que o consumo de determinado produto acarretará sérias conseqüências à saúde do consumidor.

Pesquisas que se fossem divulgadas na íntegra e de forma massiva, ajudariam a esclarecer, reeducar e a salvar a vida de milhares de pessoas todos os anos.

Portanto, daqui para a frente, todas as vezes que você colocar os pés em um supermercado, lembre-se que: quem produz a nossa comida é uma indústria. Uma indústria! Uma indústria que não tem coração, só tem bolso. Um bolso que você continua a encher toda vez que troca ingredientes para o preparo de uma refeição que ficaria pronta em 20 minutos, por uma pizza congelada, um macarrãozinho instantâneo, ou um cachorro-quente com uma lata de coca-cola.

Preste atenção no que você come!

E se a sua saúde e bem-estar não forem o bastante para você se reeducar, saiba que o consumo de comida industrializada, infelizmente, tem um impacto que vai muito além do seu processo de digestão. Trata-se de algo que reflete na saúde pública (número de novas doenças , aumento dos casos de doenças pré-existentes, baixa qualidade de vida, queda da expectativa de vida), na economia nacional e mundial, e no meio-ambiente (desgaste de terras produtivas para a produção de toneladas de comida, desperdício de comida, toneladas de embalagens de plástico, papel, metal e vidro a serem eliminadas), etc, etc e etc.

É fato que, nos últimos 50 anos, a indústria alimentícia cresceu à galopadas, multiplicando seus métodos de produção, distribuição e venda. Mas ainda assim, e apesar de todo esse poder (do número de fábricas, fazendas, matadouros, galinheiros, chiqueiros, distribuidoras, e supermercados) é o consumidor quem escolhe o que vai para a geladeira.

E os consumidores somos nós, cada um de nós. Se a gente para de comprar, eles param de faturar à custa de milhares de pessoas que adoecem com todo o lixo que vem embutido na comida que essa indústria tem nos oferecido.

Fonte:

*[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Indústria_alimentícia

*[2]http://www.takepart.com/issues/food-industry/13735

imagem: http://www.emtemporeal.com.br/imagens/galeria/alimentostrans.jpg

Quarta-feira, Agosto 12, 2009

CORRIGINDO HÁBITOS ALIMENTARES QUE INCLUEM COMIDA INDUSTRIALIZADA

O título do livro fala por si: "Revolução na cozinha", e é através dele que o bem-humorado chef de cozinha britânico,Jamie Oliver, propõe uma série de receitas para corrigir o mau hábito alimentar que inclui fast-food, comidas industrializadas e o uso de ingredientes nada saudáveis.

Jamie Oliver é um chef muito querido na Europa, principalmente por "sua cruzada por alimentos orgânicos e naturais e por uma reforma no sistema da merenda escolar nas escolas britânicas, baseados até então em alimentos industrializados e fast-food, que ele propôs trocar por refeições balanceadas, naturais e ricas em verduras e fibras, que foi polêmica, mas acabou lhe conferindo notoriedade e respeito" *.

Dê uma chance à alimentação saudável, mergulhando em receitas com ingredientes naturais. Seu corpo agradecerá!


Fonte:
*http://pt.wikipedia.org/wiki/Jamie_Oliver

Terça-feira, Agosto 11, 2009

A conexão genética da doença


Nos anos 40, um dentista chamado Francis Pottenger tinha a seguinte dúvida: "O que o alimento industrializado faz ao nosso corpo?" Ele não era um fanático pela nutrição e financiou sua própria pesquisa. Portanto, acredita-se que ninguém disse a ele quais deveriam ser os resultados da pesquisa. Ele usou 800 gatos e dividiu estes gatos em cinco grupos. Os primeiros dois grupos alimentaram-se com alimentos não-industrializados. E esses gatos continuaram saudáveis durante toda a experiência, portanto vamos deixá-los de lado.


São os outros três grupos que nos interessam. Os grupos que foram alimentados com alimentos industrializados e eis o que ele percebeu: a primeira geração de gatos alimentados com comida industrializada desenvolveu doenças muito parecidas com aquelas que nós seres humanos adquirimos - artrite, câncer, diabete, alergias, e assim por diante. Adquiriram essas doenças no fim da vida. A segunda geração de gatos alimentados com comida industrializada desenvolveu as mesmas doenças na metade da vida. A terceira geração de gatos alimentados com comida industrializada desenvolveu essas doenças no início da vida. Não houve uma quarta geração. Porque os pais da terceira geração não concebiam ou, se concebiam, abortavam.

A incidência de aborto espontâneo está em ascensão. É o pior índice que os países industrializados jamais viram.

O que aconteceu? Desde 1900, a alimentação nos países desenvolvidos foi gradativamente degenerada. Antes comíamos alimentos integrais, cultivávamos a terra. Nada sabíamos sobre enzimas; nada sabíamos sobre enlatados; nada sabíamos sobre conservantes ou refrigeração e assim por diante. Tínhamos que viver basicamente do que a terra nos proporcionava.

Passamos deste estágio para o estágio de alimentos industrializados e alimentos conservados, cultivados em solos esgotados. Atualmente, chega-se a uma media de sete a quinze dias para que um adulto que vive em um país industrializado consuma alguma coisa crua. Nós somos a terceira de quatro gerações, desde 1900, e estamos sentindo na pela os problemas que Pottenger observou em seus gatos.

Além disso, cresce a exposição de substâncias químicas nos alimentos e nos lares – oriundos dos tecidos (em carpetes, na roupa, nos travesseiros, etc.) dos materiais de limpeza, artigos de higiene e cosméticos - assim como dos derivados de petróleo, dentro e fora de casa.

Nota pessoal:

Não há mais como negar, como fechar os olhos, como passar por cima sem notar que esses e tantos milhares de outros dados são um alerta vermelho. Um alerta que, para a industria de produtos alimenticios, não convém ser espalhado, não convém ser divulgado, não convém ser exposto de uma vez por todas, de forma massiva, em todos os meios de comunicação com o mesmo sangue frio com que eles nos matam com conta-gotas de susbtâncias tóxicas dia após dia.

Se os fabricantes preocupam-se apenas em vender produtos empacotados, engarrafados, enlatados, congelados, e injetados com tudo o que não presta e que nos têm causado tantas doenças e mortes, cabe a cada um de nós a preocupação, o cuidado, a perícia, a atenção. Cabe a cada um de nós descobrir tudo o que está sendo enxertado em nossa comida, as consequências desse enxerto e a reavaliação dos nossos hábitos alimentares e vícios de consumo que nos são estimulados goela abaixo via propaganda. Cabe a cada um de nós redirecionar o nosso dinheiro para outras empresas, outros métodos de produção de comidas, bebidas, produtos de limpeza, cosméticos, etc. Cabe a cada um de nós vetar produtos e marcas. Cabe a cada um de nós fazê-los pagar com o dinheiro sujo que investem em veneno coletivo até perderem tudo. Prejuízo total. Assim como cabe a cada um de nós estudar, aprender e ensinar uns aos outros como cuidar e preservar a nossa saúde.


Dr. Joel Robbins, Health & Wellness Clinic*


Fontes:

http://www.taps.org.br/Paginas/alimartii04.html

*Dr. Joel Robbins, Health & Wellness Clinic, Tulsa, OK, EUA. Em Crusador, outubro/novembro de 2002. www.TheHealthCrusader.com

Sábado, Agosto 08, 2009

Hábitos alimentares, comida industrializada e suas conseqüências em nossa qualidade e estilo de vida

Para começar a série de posts sobre “hábitos alimentares, comida industrializada e suas conseqüências em nossa qualidade e estilo de vida”, nada melhor do que ter acesso a uma visão panorâmica sobre o tema.

Para tanto, tive a sorte de encontrar um livro que deveria ser leitura obrigatória em todas as escolas e universidades, assim como deveria ser uma opção de presente de natal ou aniversário... veja o porquê:

Há alguns anos atrás os fotógrafos Peter Menzel e Faith D'Aluisio decidiram viajar pelo mundo e fotografar 30 famílias em 24 países.

A intenção de Menzel e D'Aluisio era tirar fotos das famílias cercadas pela comida que consumiriam em uma semana, assim como estimar o custo do consumo alimentar semanal de cada uma dessas famílias.

A idéia virou projeto e o projeto virou um magnífico livro chamado: Hungry Planet - what the world eats (Planeta faminto - o que o mundo come), que traz as fotos citadas acima, seguidas por descrições detalhadas sobre a natureza e o valor em dólares e em moeda nacional do consumo alimentar semanal das famílias.

Os autores e fotógrafos tiveram o cuidado de separar o material fotografado da seguinte forma: a) informações específicas sobre a família fotografada e b) informações gerais sobre os hábitos alimentares de grande parte das famílias daquele país, assim como citou as consequências desses hábitos em nível nacional.

Nesse sentido, o livro Hungry planet se apresenta como algo que vai muito além de uma coletânea de fotos, mas sim como um riquíssimo banco de dados que, através das fotos de cada uma das famílias, nos permite tomar conhecimento sobre:

a) Os produtos consumidos em categorias, de modo que é possível identificar quanto uma determinada família gasta com bebidas, frutas e verduras, comida natural, comida congelada, sementes e cereais, sobremesas, enlatados, pré-cozidos, etc. Estas categorias, por sua vez, são seguidas por sub-categorias que nos permitem saber como aquela comida foi obtida (pesca, caça, troca, compra na feira livre, compra em supermercado, compra online,), como foi armazenada (geladeira, freezer, alimentos desidratados guardados em sacos plásticos, caixas de isopor) e como foi servida: crua, cozida, assada, frita; em fogo à lenha, fogão à gás, fogão elétrico, forno, microondas... E cada capítulo reservado à família de um determinado país, traz uma receita de preparo de um prato que é bem característico do hábito alimentar da família em questão.

b) O número de lojas do Mac Donalds existente naquele país; o número de pessoas diabéticas; o número de pessoas acima do peso; o número de pessoas obesas; expectativa de vida, etc...

Eu encontrei este livro na biblioteca da cidade onde moro e só saí de lá 3 horas depois, quando finalmente cheguei ao final da última página, com um bloco de anotações repleto de informações que eu gostaria de compartilhar com vocês.

Para a minha sorte encontrei este vídeo que traz boa parte das fotos do livro e que ajudará a ilustrar um panorama alimentar em nível mundial. O ideal realmente é comprar o livro, ou ter acesso a ele através de alguma biblioteca, a fim de se aprofundar no assunto e comparar todas as informações citadas no item “b)”.

Mas, por enquanto, só me resta oferecer um prenúncio do livro via vídeo.

Nas imagens deste vídeo é possível observar as diferenças de hábitos alimentares e seus respectivos custos de um país para outro.

Veja as fotos e preste atenção no tipo de comida e na variedade de produtos em contraste com o número de membros das famílias fotografadas. Preste atenção também no tipo físico das pessoas. Veja como vários dos membros que pertencem às famílias que têm uma alimentação mais industrializada (refrigerantes, sucos artificiais, salgadinhos, pizza congelada, sorvete, etc) apresentam traços de obesidade em desenvolvimento ou obesidade aguda.

Reflita sobre essas diferenças, visualize o seu consumo semanal: o que você come, como come, onde compra, como compra, como guarda, como cozinha, como serve, quanto custa... e voltaremos ao assunto logo, logo.


Fontes:

http://cybervida.com.br/planeta-faminto-o-que-familias-de-todo-o-mundo-consomem (informações sobre o livro em português)

http://www.youtube.com/watch?v=osSpWbmEYF4 (video)

Sexta-feira, Agosto 07, 2009

ANIMAIS E PESSOAS ESTÃO MORRENDO PELA BOCA

Era uma vez um tempo em que vacas, galinhas e porcos corriam soltos pelo quintal. Comiam folhas, restos de comida e sementes... Um tempo em que peixes nadavam em águas limpas e eram pescados uma vez ou outra, por lazer ou por necessidade.

Era uma vez um tempo em que comíamos para ficarmos “saudáveis e fortinhos”.

Hoje, galinhas, vacas, porcos e até peixes vivem confinados, enjaulados, engaiolados, “aquariados”, sendo alimentados 24 horas por dia com rações recheadas de corantes, conservantes, esteróides, e tudo o mais que for preciso para que eles cresçam o mais rápido possível, para que então sejam abatidos, empacotados e distribuídos, liberando espaço para outro animal da mesma espécie, que será tratado da mesma forma, até ser encontrado “fresco” ou congelado na feira, açougue ou supermercado mais próximo de sua casa.

E é aí que o problema do bicho passa a ser nosso, já que tudo o que ele comeu está armazenado de uma forma ou de outra dentro do organismo dele; dentro da pele, da carne, das tripas, do sangue, do leite, do ovo dele, que servirá de alimento para nós, humanos.

A pele crocante da asa da galinha frita, o filé do peixe, o bife do boi, a tripa que vira buchada, os pedaços do porco que vão parar na feijoada ou o toucinho que é servido como tira-gosto, o leite da vaca que é servido com o café da manhã, o sangue que vira o molho da galinha ao molho pardo, o ovo que se usa no mexido, na omelete, na maionese ou no bolo de domingo, de aniversário, de casamento,...

Está tudo ali, na nossa mesa, dia após dia. Consumimos tudo, muitas vezes sem pensar como é feito, do que é feito, de onde vem e como vem, e gradativamente, nos envenenamos com doses diárias de substâncias que o nosso corpo não está preparado para eliminar. E assim, de grão em grão, e de gota em gota, nós observamos os casos de câncer no estômago, nos pulmões, no fígado, nos rins, na pele, no sangue, no útero, na próstata... se multiplicarem de forma assustadora ao nosso redor, assim como ouvimos cada vez mais diagnósticos de osteoporose e diabetes.

Há 10 anos, se você me perguntasse o nome de pessoas da minha família, amigos ou conhecidos que morreram de câncer, eu teria apenas um nome para citar: meu avô Lucas, que, alías, nem conheci, mas ouvi minha mãe comentar a causa da morte dele algumas vezes. Hoje, se você me fizer a mesma pergunta eu terei dificuldades de citar o nome de todas as pessoas que conheço que foram diagnosticadas com algum tipo de câncer, e quantas dessas, infelizmente, já deixaram este mundo, vítimas de variações dessa doença.

Isso quer dizer que todos os cânceres são causados pelas substancias artificiais inseridas em nossa comida industrializada, pasteurizada, transportada e empacotada, por dias, meses e até anos? Não. Mas muitos deles certamente têm sua origem na bomba atômica que a nossa alimentação se tornou.

E é por isso que os posts dos dias 07, 08, 09 e 10 de agosto serão sobre hábitos alimentares, comida industrializada e seus efeitos em nossa saúde, qualidade e estilo de vida.

Espero que os textos e dicas não-acefalas dos próximos dias beneficiem a saúde de todos nós. Até já!


Fontes:

(imagem) http://www.fw.uri.br/site/imagensed/vacas%20na%20estabulo.JPG

Domingo, Agosto 02, 2009

CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O TRÁFICO HUMANO


Passeando pelas ruadelas do YouTube descobri que, ano passado, a banda inglesa Radiohead lançou o videolclip da música "All I need" em parceria com a MTV, que por sua vez, lançou uma campanha de conscientização sobre a exploração e o tráfico de pessoas. Um vídeo interessante, que divide a tela em 2 colunas, que se referem à vida de dois garotos com estilos de vida completamente diferentes. Um deles pertence a uma família de classe média alta, e tem acesso a uma boa escola, ao conforto de um lar e ao carinho da família, enquanto o o outro é trabalhador escravo em uma loja de sapatos em um algum lugar do mundo. Vale a pena!